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Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 02

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 02: São seis da manhã.

Lembro que gozei umas três vezes antes de pegar no sono ontem. E isso acabou me proporcionando um sono maravilhoso, bem relaxado e tranquilo. Tudo graças à minha prima Geórgia.

Enquanto eu estimulava o “Malaquias” com minha mão direita, a esquerda segurava o meu celular e passava as fotos da minha galeria. Sempre baixo ou tiro print das fotos dos perfis da Geórgia e de suas postagens nas redes sociais. Uso-as como inspiração nesses momentos únicos. A minha favorita é uma na qual ela está em uma saia amarela, bem colada e curta. Foi uma foto que ela tirou de frente ao espelho, em uma pose que divulgou bem seu esplêndido bumbum.

— Que lindos seios! — Comento ao tirar o sutiã dela, antes de apalpá-los com toda a minha vontade. Faço força para juntá-los cada vez mais e esfregá-los um no outro, com meu rosto balançando entre eles. Mordisco os biquinhos salientes, mordo-os à medida que o fogo do meu tesão aumenta.

— Isso, Charles, continue assim! Eu sou toda sua, realize comigo todos os seus desejos eróticos — ela fala ofegante — me use, me fode!

DRIM! DRIM! — O despertador toca e me traz para a realidade.

— Merda, outro sonho! — Esbravejo após desligar o despertador. Olho para o relógio, são seis da manhã e as aulas deste ano irão começar hoje. Viro-me para o outro lado e faço um esforço enorme para tentar retomar o sonho.

Não tive sucesso.

Levanto-me e caminho rumo ao banheiro que fica no corredor do piso superior da casa. Banheiro este que eu dividia com Rodrigo e Geórgia, mas, agora, somente com a Geórgia.

(Risos mentais calientes)

— Cara! — exclamo após gozar. — Tenho que diminuir o número de masturbações diárias, 12 é demais!

Após o banho, volto para o quarto.

— CHARLEEES! — Essa é a minha mãe gritando. —  VEM LOGO TOMAR O SEU CAFÉ, MENINO!

— TÔ INDO! — Grito de volta.

Enquanto me arrumo, escuto o bater de porta vindo do corredor. Deve ser a Geórgia saindo do seu quarto e indo para a cozinha tomar o café da manhã. Minha suspeita se confirma quando escuto o som de passos descendo a escada.

Minha prima mora conosco desde quando eu era um pivete que ainda mijava na cama. Sua mãe — que é minha tia e irmã da minha mãe — faleceu; e seu pai não é registrado. Não sabemos nada sobre ele e nem quem é. Enfim, acho que ela perdeu a virgindade com o meu irmão.

Após amarrar os cadarços, levanto-me e vou até o grande espelho que tenho no quarto. Dou mais uma olhada em mim mesmo e me conformo com o que vejo, não há mais nada que possa ser feito. Decidido, parto rumo à cozinha.

Assim que entro no cômodo — e após dar bom dia para a minha mãe e minha prima — a primeira coisa que meus olhos detectam é a maravilhosa, divina e gostosa Geórgia colocando um pãozinho em sua boca e mastigando-o delicadamente.

A cena transcorreu em câmera lenta em minha mente e não demorou para que eu começasse a sentir um formigamento entre as pernas.

Antes do meu pau ficar duro a ponto de todas perceberem, sento-me à mesa e degusto a minha refeição matinal.

Assim que termina de comer e de lavar a louça que utilizou, Geórgia sobe as escadas, provavelmente para escovar os dentes, e desce minutos depois portando sua mochila e já pronta para sair.

— Tchau, tia! Tchau, Charlito! — Geórgia se despede ao se retirar.

Notaram o apelido que ele me deu? “Charlito”, pois é, acho esquisito.

— Tchau! — Mãe e eu respondemos em coro.

Minha prima já está no último ano do ensino médio. Dizem que é nesse ponto onde rola as putarias. Pena que ainda estou no primeiro ano. Ainda faltam mais dois anos para os momentos de glória.

Falta pouco.

Após terminar de tomar o meu café, subo as escadas, faço a higiene bucal, pego a minha mochila e torno a descer os degraus.

Passo pela cozinha e me despeço da minha mãe. Quando saio e avanço algumas dezenas de metros, olho para trás e vejo o carro do meu pai chegando em casa.

Ele trabalha de vigia noturno para a prefeitura, o nome dele é Antônio Marco. Os vizinhos e os íntimos o chamam de Marcão. Já a minha linda mãe se chama Sófia; nome muito lindo, por sinal.

Aceno dando tchau para o meu pai mesmo ele estando longe demais para notar. Satisfeito, volto a olhar para frente e sigo o meu caminho rumo ao primeiro dia de aula com a máxima esperança de encontrar umas lindas coleguinhas de turma.

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