Categorias
Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 03

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 03: É ela!

Da minha casa até a escola gasto uns 30 minutos caminhando. Sendo que caminho lentamente para poder observar com detalhes algumas garotas com quem cruzo no caminho.

Apesar da Cidade das Palmeiras ser uma pequena cidade, ela é recheada de belas mulheres de todas as idades.

Além das gatas com as quais cruzo no percurso para a escola, sou abençoado mais ainda quando passo em frente ao Centro de Ensino Médio Norte, onde Geórgia estuda.

Todas as vezes que passo, mesmo distante — uma vez que caminho pela calçada do lado oposto da rua — a vejo aguardando a abertura dos portões enquanto conversa com suas deliciosas amiguinhas. Elas são umas delícias, mas a minha prima ofusca todas.

Geórgia é tipo um avião carregado de mel. Uma lata de leite ninho, pela qual me arriscaria comer todas as madrugadas escondido da mãe. Minha prima é boa demais!

Mas nem tudo são flores. Além das amiguinhas, também percebo os olhares sedentos que os garotos lançam para ela.  Como sou macho e tenho pinto, reconheço bem as intenções daqueles olhares.

Os merdas desejam muito meter na Geórgia e isso me deixa extremamente incomodado, pois sou o único que deve preencher o vazio que o Rodrigo deixou. E aposto que ela percebe os olhares, mas fingi que não ou, pior, se diverte com a situação.

Viro a esquina e deixo a escola da Geórgia para trás. Uma pena eu não ter conseguido vaga nela.

Ao me aproximar da minha escola, o Centro de Ensino Médio Oeste, fico me perguntando como será a minha turma desse ano. Como serão os professores, os novos colegas, os novos livros. Mas, na verdade, fico me enganando com essas indagações, pois o que quero mesmo saber é com quantas e com quais gatas gostosas irei estudar.

Para a maioria das pessoas, ano novo é sinônimo de novas oportunidades e recomeços, porém, para mim, ano novo significa mais uma chance para deixar de ser virgem. Afinal, estou cansado de escravizar a minha mão.

Finalmente chego na escola.

O portão principal acabara de ser aberto, mas prefiro não entrar logo. Fico distante assistindo aos matutos entrando todos de uma vez, até se apertarem na entrada provocando um verdadeiro caos. Sento-me no meio fio, do outro lado da avenida e contemplo a cena. Olhando rosto por rosto até que…

— Uau! — Exclamo em voz alta.

Meus olhos detectam uma obra divina em meio aos humanos, é uma jovem garota belíssima. Seus longos cabelos negros e lisos flutuam no ar, sua tonalidade de pele claramente bronzeada revela que passou as férias em algum lugar com praia. Seus peitos pequenos, provavelmente durinhos, assim como o projeto de bumbum empinado. Ela é toda distribuída e com lindas curvas. Estou distante, mas meus olhos são incrivelmente treinados. Sua vestimenta é preta, tudo preto. Fico demasiadamente assustado com tamanha formosura, afinal, garotas como essa só tem no Instagram.

Perco-a de vista assim que ela adentra no prédio. 

Levanto-me e atravesso a avenida correndo para me juntar aos matutos na entrada. 

Demorei muito para entrar e acabei perdendo-a de vista. Já ela, por outro lado, entrou fácil porque é gata. Moleque é bicho besta, abre passagem que nem o Moisés para a garota passar quando é bonita.

A escola tem doze salas de aula. Não é pequena e, consequentemente, não será fácil achar a moça que vi agora a pouco, ainda mais sem saber a série que ela cursa.

Sem saber por onde procurar, tomo a decisão de cuidar disso depois e começo a procurar pela minha sala.

Fui colocado na sala onze. Adentro cabisbaixo com a tradicional vergonha de primeiro dia. Sento-me na última carteira da primeira fileira e fico de cabeça repousada sobre os meus braços.

Fico ouvindo um monte de baboseiras. São os metidos a popular que não calam a porra da boca por nada.

Fico na minha.

Quinze minutos se passam e nada de um professor aparecer. Acho que eles, os professores, estão dando um tempo extra para que os alunos coloquem a conversa em dia ou algo parecido.

No ano passado eu estudava na Escola de Ensino Fundamental Norte. Sendo assim, além de eu ser um novato aqui, não conheço nenhum dos outros novatos. Incrível como muita coisa muda ao se estudar em um lado diferente da cidade, mesmo não sendo uma cidade grande.

Após alguns minutos de cabeça baixa, decido me arriscar. Quero dar uma espiada na turma, vê se tem algumas gatinhas, pelo menos. Ergo timidamente a cabeça, tento capturar as cenas que ocorrem na sala sem chamar atenção.

Vou passando meu olhar por todo mundo. Noto uns nerds, deduzo isso de maneira muito superficial por causa dos óculos; uns entrosados badboys, por causa das pulseiras de espinhos e outros acessórios exóticos; umas patricinhas com suas máscaras de maquiagem e tal. Continuo a olhar até que, no meio da minha averiguação, meus olhos travam numa pessoa sentada do outro lado da sala.

Meu deus! — Exclamo em silêncio

Não acredito! 

É ela!

2 replies on “FAG – Capítulo 03”

Deixe um comentário

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora