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Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 08

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 08: Eu comi ela!

O namorado da Luara?

 Ela tem namorado?

 E é esse brutamontes aqui?

Puta merda, fodeu!

Isso explica a presença dele, a desses outros caras de cu e a apreensão das pessoas ao redor. Arrumei uma baita de uma confusão.

Eu não fazia ideia de que ela tinha namorado. E logo esse cara? Eles estão em cinco. Vou morrer, certeza!

E virgem!

Que merda!

Olhei ao redor, todo mundo está parado só observando e desejando ver o sangue rolar. 

Cadê a Luara? Será que os pais dela a transferiram mesmo de escola? Bem que eu poderia ter perguntado ontem na conversa que tivemos pelo Whatsapp.

Pensando bem, ela até que poderia ter me avisado sobre esse tal Rafael. Assim eu estaria precavido e não estaria encurralado dessa forma.

Ah, Luara, tão linda! Queria te ver novamente. Cadê você?

— Estou falando com você, otário — ele fala engrossando a voz.

Ah, é! Volto para a realidade. Bem, tenho que rebater a essas ofensas ou terei mais um motivo para zoarem de mim. Se eu continuar com fama de bocó, não comerei ninguém. Tenho que reagir. 

— Você está me ouvindo, sua merdinha? — Ele ataca novamente.

— Eu comi sua namorada e ela é bem gostosa! — Falo em voz alta.

Um clima assassino pairou sobre a classe. As pessoas ficaram pasmas com as palavras que saíram da minha boca. Até eu fiquei.  Rafael serrou os punhos. Acho que ele vai me matar.

Um, dois, três, quatro… Foram os socos seguidos que recebi. Toda a minha cabeça lateja, sinto o gosto de sangue. É do meu nariz? Estou tonto. Droga, meu nariz dói! Por que estão todos assustados?

— Você comeu quem, filho da puta? — Ele perguntou com uma das mãos no meu pescoço e a outra levantada com o punho fechado apontado para a minha cara.

— Eu já disse, sua namorada — respondi.

Foram mais três fortes socos até alguém interromper o massacre. O sangue atrapalhava minha visão. Eu apenas pude ver uma figura borrada tentando conter o corno raivoso. Era a Luara, a garota que eu supostamente comi.

Mais pessoas chegaram para ajudar, tarde, por sinal, incluindo professores e outros funcionários da escola. Rafael foi retirado da sala. Dava para escutar seus gritos “vou te matar, sua merdinha, eu vou te matar”. Levantei a mão e apontei o dedo do meio para ele e o mandei socar no cu. Foi então que recebi um tapa no rosto. Luara me bateu. O mais importante, ela me tocou com suas mãos.

— Você é um idiota! — Luara grita comigo.

— E você é linda! — Falo.

— O quê?

— Então? Você é ou não é virgem? — Indago.

Peguei outro tapa.

Na moral, como eu queria aquelas mãos dentro da minha calça.

Luara saiu toda zangada.

Que rebolado sex!

Os professores me socorreram e fui levado para a enfermaria. Meus pais foram chamados novamente.

Que belo retorno esse meu.

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