Faça Alguém Gozar!
Capítulo 09: Rodrigo, o meu irmão mais velho.
Acredito que, neste ano, passei mais tempo aqui na sala da diretora do que em qualquer outro lugar da escola.
A excelentíssima professora Isabela, uma perua de trinta e cinco anos e gostosa está ali no telefone ligando para os meus pais. Ou seja, irei me ferrar de novo.
Enfio o algodão mais fundo no meu nariz para estancar o sangramento. A enfermeira da escola disse que não quebrou, para a minha sorte.
Nossa! Que coxas lindas, hein! Eu comeria essa diretora sorrindo, e ela fica ainda mais tentadora usando essas saias apertadas. Assim os alunos não se concentram. Eu, por exemplo, já estou de pau duro.
— Pronto, sr. Charles, já liguei para a sua casa e seu responsável está a caminho — ela informa — irei sair por um momento, aguarde aqui!
Que porra de sr. Charles?
— Ok! — resmungo.
Ela saiu enquanto eu encarava seu rabão gostoso. Cerca de vinte minutos se passaram, o que pareceu ser duas décadas de puro tédio, até que a porta foi novamente aberta, é a diretora retornando.
— Pronto, sr. Charles, aqui está o seu responsável.
Que porra de sr. Charles, caralho?!
— Olá, pequeno Charles. — Falou a figura que entrou na sala.
Você?!
— Olá, irmão! — Cumprimento o sujeito.
Meu irmão Rodrigo havia viajado para estudar, mas, por algum motivo, aqui está ele na minha frente.
— Por que está aqui? — Pergunto.
— Estou aqui para limpar a sua barra, irmãozinho — ele responde com um sorrisinho escroto.
— Limpar a minha barra?!
— Sorte a sua que eu estava perto do telefone lá de casa. Atendi e ouvi a história toda — ele explica — você é um virgem tarado e encrenqueiro, pequeno Charles.
—Tomar no cu, caralho! — reajo.
Meu irmão tem o dom de me tirar do sério. Esse puto nasceu com o cu virado para a lua e tem a sorte para comer todas as bucetas que ele encontra pela frente. Passou o rodo na cidade toda. Comeu primas, colegas, amigas, vizinhas, professoras e uma prefeita.
— Então, diretora, o que irá acontecer com o meu querido irmão? — Rodrigo pergunta.
— Não sei, senhor Rodrigo, o caso dele é grave e já tem histórico de encrencas. Talvez seja necessário a expulsão — respondeu a puta do caralho.
— Pequeno Charles, — Rodrigo fala — você poderia esperar lá fora por um instante?
— Por quê? — indago.
— Saia!
Retiro-me da sala.
Rodrigo é um puto com o cu arrombado do caralho, mas ele tem presença, é intimador, macho alfa, dominador. Um pau no cu, isso sim.
Sentei-me em um banco perto da diretoria. Ainda está em horário de aula, por isso não tem muitos alunos vagando pelo pátio.
Depois de alguns minutos, a porta da diretoria foi aberta e a diretora me chamou. Entro na sala e vejo o Rodrigo sentado com um sorriso simpático, porém, falso, no rosto.
— Sr. Charles, — a diretora fala — conversei com o seu irmão e ele argumentou que seus comportamentos irregulares são frutos de traumas da infância, portanto, não irei expulsar você desta vez, mas cumprirá uma semana de suspensão.
Que porra de sr. Charles?!
E que mané traumas de infância?
— Então é isso, pequeno Charles. Vamos embora! Obrigado, diretora! — Rodrigo se despede com um estranho sorriso no rosto.
— Até mais, sr. Charles; foi um prazer, sr. Rodrigo! — A diretora fala com um sorriso mais estranho ainda.
Já é intervalo.
Passamos pelo pátio principal da escola e todas as garotas e mulheres olhavam para a gente. Além dos homens e garotos também, mas as moças olhavam de um modo mais singular, mais específico. Eram olhares de desejo.
— Você está famoso, pequeno Charles! — Rodrigo comenta com um sorriso sarcástico.
Eu sou jovem, mas sou consciente. É verdade que eu sou o assunto do momento, mas uma parte desses olhares, principalmente das moças, não são para mim. Rodrigo exala uma energia que faz as garotas e mulheres ficarem molhadas só de trocarem olhares com ele.
Além de se vestir muito bem, ele tem um corpo esculpido, mas não marombado, e seu rosto moreno claro é esteticamente lindo. Seu sorriso é perfeito, que merda de papo estranho é esse meu?! Ele é vaidoso e sua barba é delicadamente lapidada em seu rosto. Seu cabelo sabe se comporta em sua cabeça, é macio e delicadamente cuidado. Ele é do tipo que troca a base da unha de três em três dias.
Ele tem inúmeras qualidades físicas, mas o ponto mais forte dele é o seu carisma. As garotas da minha escola babam e nem se quer tentam disfarçar. Essas putas do caralho. Rodrigo pau no cu.
— Então, pequeno Charles, onde deseja ir? — Perguntou ele ainda com esse sorriso falso no rosto.
— Nós não vamos para casa?
— Ainda está em horário de aula. Caso você apareça cedo em casa, mamãe irá desconfiar.
— Como assim?
— Pequeno Charles, mamãe não precisa saber disso. Ela já teve decepção demais com você — ele explicou com um sorriso ainda mais largo.
— Mas a diretora não vai falar com ela? — Pergunto todo ingênuo.
Rodrigo soltou um gargalhada.
Por que tá sorrindo, pau no cu?!
— Não se preocupe, pequeno Charles, a diretora não irá falar nada para a mamãe ou para o papai.
— Como assim? Por que ela não vai falar, Rodrigo?
— Porque eu comi ela!