Categorias
Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 11

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 11: Eu não vou esperar você aprender a amar.

— O quê? — Perguntei, mas eu já havia entendido muito bem e, sendo sincero, uma foda com a Geórgia como presente de aniversário não seria ruim.

— Eu perguntei se você quer transar com a Geórgia. Eu sei que você deseja isso há muito tempo e já é hora de você deixar de ser virgem. Então, se quiser, eu posso falar com ela.

É claro que já chegou a hora de eu deixar de ser virgem, caralho!

Como ele sabe que desejo trepar com a Geórgia? Eu cometi algum vacilo nas minhas espiadas? Ou deixei estampado na minha cara essa intenção? Não, eu não cometeria erros desse tipo. Sou um tarado incubado profissional, as minas só descobrem que quero comê-las quando eu digo — ao menos eu creio nisso. Então como ele descobriu? Mais importante, devo aceitar? Claro que devo, né?!

— Não sei — respondi com a voz fina.

Rodrigo percebeu que eu viajava em meus pensamentos.

— Relaxa, pequeno Charles. Ela não sabe disso, você sabe esconder bem suas intenções. Quase me engana, mas sou seu irmão mais velho. Claro que vou saber de suas intenções, não é? — disse ele sorrindo.

Não tem essa de irmão mais velho saber das coisas do nada. Ele só pode ter me pegado espiando-os trepando, não tem outra alternativa.

— Então, pequeno Charles. Você vai querer?

É claro que quero!

É bem provável que o Rodrigo convença a Geórgia. Ele consegue fazer isso com as pessoas. Mas não posso depender do meu irmão para colocar meu pau em bucetas. Eu não seria homem se aceitasse isso, seria como se ele me masturbasse de forma indireta através de uma buceta comandada. Eu gozaria tendo o sorriso irônico dele em mente e, ainda, teria que lembrar pelo resto da vida que minha primeira trepada foi caridade do meu irmão; e isso soa mal.

— Não. O que é isso, Rodrigo? Geórgia é nossa prima — falei fingindo inocência e pureza.

Ele sorriu e tomou um gole da água que repousava em um copo sobre a mesa que um garçom aleatório deixou aqui agora a pouco.

— Lembra da Bruna? — Ele perguntou.

Bruna era a melhor amiga da Geórgia. Elas romperam a amizade após a Geórgia descobrir que ela vivia trepando com o Rodrigo. Um dia, ela os pegou no ato. Bruna estava de boca no pau do Rodrigo na cama da minha prima.

— Sim, eu lembro — respondi.

— Que tal ela? — Ele insistiu.

Puta merda, seu cafetão do caralho. Eu arrumo buceta sozinho, caralho!

Ou pelo menos tentarei.

— Não, irmão. Eu não estou pronto para isso — falei com um sorrisinho (forçado pra caralho) no rosto.

Ele sorriu novamente.

— Como quiser, pequeno Charles.

Nathalia finalmente retornou.

Ela está linda em um short branco que vai até um pouco antes de suas coxas e uma blusinha verde-claro meio folgada, mas com estilo. Seu cabelo ruivo agora está solto, e a maquiagem está bem desenhada. A rasteirinha nos pés completa essa imagem monumental de mulher. Que gostosa!

— Demorei? — Ela perguntou.

— Não — respondi tomando a frente.

— Vamos? — Perguntou Rodrigo.

— Vamos! — Respondemos em coro.

Rodrigo foi pagar a conta e entramos na máquina. Dessa vez fui para o banco de trás. Nathalia herdou meu assento na frente. Lógico, ela tem buceta.

A viagem foi repleta de conversa fiada. Fiquei olhando para as pernas da Nathália. Elas são claras, as coxas são limpas sem nenhuma marca. O shortinho parece mais curto com ela sentada. Está bem apertado, eu consigo até ter noção da divisão da bucetinha dela. Como eu adoraria chupar essa mulher.

— Então, Nathalia — disse Rodrigo.

Eu já sabia que esse era o ponto de partida para o papo que busca uma transa, então coloquei meus fones de ouvidos e fingi tá escutando música para dar a eles a sensação de privacidade.

— Ainda está namorando? — Rodrigo continuou.

— Não, terminei já faz alguns meses.

— Ah! Que pena!

—Sério? Eu sei que você ficou feliz em saber que estou solteira — disse Nathalia com um sorrisinho.

Nossa, ela é ousada.

— Não faria diferença caso não fosse — replicou Rodrigo.

Nathalia sorriu.

Ela olhou pelo espelho para ver se eu estava ouvindo a conversa. Fingi está ouvindo música, até balancei a cabeça como se estivesse seguindo ritmos de batidas, mas não tinha música alguma.

— Acho que, com toda a história que já temos, não seja necessário mais rodeio entre nós. Por isso, quero uma conversa direta e aberta, porque, sinceramente, isso tem ficado chato para mim — Nathalia disse — Enfim, você me quer, não é Rodrigo? — Perguntou Nathalia.

— Ok! Sem rodeio — Rodrigo respondeu. — E sim, você acertou! Eu a quero!

Nunca tinha presenciado um silêncio tão intenso em um local com mais de duas pessoas presentes. Eu conseguia sentir o estalo das pedrinhas quando os pneus do carro passavam por cima delas. Até que, para a minha saúde mental, a ruiva tornou a falar:

— Que fique claro: você não conseguiu, eu que quis!

— O quê?

— Na época em que ficamos pela primeira vez. Eu quem quis, não foi você que conseguiu me conquistar. Você se acha o conquistador, mas saiba que não funciona comigo. Você me intimida, não vou negar. Eu gosto de você, muito. Mas saiba que você não me consegue, sou eu que decido — disse Nathalia com uma postura completamente diferente da Nathalia tímida de momentos atrás.

— Eu nunca tentei te conquistar.

— Claro que tentou. Olha só o que está fazendo neste momento. Eu sei que o Charles ainda tem receio do lago.

Tenho receio porque tenho trauma. Quase morri afogado lá uma vez. Quando era criança, meu irmão me levou para nadar com ele, me pós sobre seus ombros. Mas acabou se distraindo com umas gatinhas. Após trocar olhares e sorrisos com ele, elas mergulharam. Ele esqueceu que eu estava em seus ombros e mergulhou junto. Nunca bebi tanta água de uma só vez na minha vida.

Rodrigo sorriu.

— Eu confesso — disse ele sorrindo.

Nathalia abriu um pequeno sorriso voltando a aparentar timidez.

Chegamos no lago. Rodrigo estacionou o carro e virou-se para ela.

— Vou ser sincero. Eu tenho uma afeição especial por você. Mas hoje, neste momento, eu a desejo. Quero ficar entre suas pernas sem nenhum compromisso, mas quero que saiba que se um dia eu amar alguém, esse alguém só poderá ser você — Rodrigo falou com firmeza. — No entanto, sobre este momento, como você disse antes: você decide!

Não houve a menor demora para a jovem e bela mulher responder àquelas palavras intensas.

— Rodrigo, eu te desejo tanto quanto me desejas. Se estou aqui neste carro é porque quero que aconteça novamente. Mas eu não sei se você é capaz de amar alguém, portanto, não ache que vou ficar te esperando.

Rodrigo olhou para mim.

— Vou ficar no carro — respondi.

Os dois saíram e foram para o lago. A área está deserta hoje, afinal, é uma segunda-feira.

Fiquei no carro observando a paisagem linda que se manifesta diante dos meus olhos. De longe, vi Nathália tirando seu short e ficando só em uma pequena calcinha vermelha e seu sutiã da mesma cor. Rodrigo também se despiu e ambos entraram na água.

Eles se afastaram o suficiente, estariam longe demais para qualquer outra pessoa, mas, como eu disse antes, meus olhos são treinados para identificar e visualizar sacanagem à distância. Pelos movimentos deles, ficou fácil para eu notar que estavam se comendo gostoso na água.

Olhei para o lado e para o outro, não tem ninguém. E, égua, esse carro é muito foda! Tão foda que me dar tesão.

Eita, dá tesão mesmo!

Com um movimento ágil, pulo do banco de trás para o do motorista, passo minhas mãos carinhosamente sobre o volante como se fosse a barriguinha de uma mulher. Decidido e não mais resistindo, botei o pau para fora.

Deixe um comentário

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora