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Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 18

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 18: Liberte sua safadeza.

Melado, muito melado.

Quente, muito quente.

Sem sentido, muito sem sentido.

Gostoso, muito gostoso.

Então isso é um beijo?

Depois de muitos anos, depois de muito treino no espelho e depois de muitas tentativas, finalmente consegui beijar alguém. Até que é algo tão gostoso quanto eu imaginava. Mas, e agora? Devo parar? Devo esperar ela querer parar? Devo colocar minha língua na boca dela?

São tantas dúvidas.

E as minhas mãos? Onde as coloco? Não posso deixá-las pairando no ar. Acho que devo colocá-las na cintura dela ou em seu bumbum, nas costas ou na nuca? São muitas dúvidas.

Enquanto não me decido sobre em qual lugar pôr as mãos, irei me concentrar em não bater meus dentes nos dela.

Já sei! Irei colocar as minhas mãos nas costas dela. Depois irei subir a mão direita até a nuca e descer a esquerda numa velocidade menor até a bunda. Legal! Boa ideia, Charles!

Minhas mãos começam suas jornadas distintas. A mão direita sobe seguindo a coluna até a nuca da Larissa. Já a minha mão esquerda desce — seguindo a mesma coluna — até a bunda dessa gostosa.

A direita chega primeiro ao seu destino. Aperto-lhe a nuca e pressiono sua boca contra a minha tornando, assim, o beijo mais quente e forte. Tanto que dar até para sentir sua respiração ofegante. A esquerda, por sua vez, continua sua descida sem nenhuma interferência.

Enfim, encontro as montanhas da felicidade. Minha mão esquerda sobe os dois morros firmes e se posiciona sobre a nádega direita da garota. Ela parece não se importar. Aperto-lhe firme a nádega – com tanta força que seus calcanhares abandonam o chão – ela respirou fundo roubando-me o oxigênio.

No mesmo instante em que ela liberou o grande fôlego, ela levantou a perna direita, puxei-a pela coxa e a segurei do meu lado numa posição bem sacana e pressionei meu peito contra os seus seios até suas costas colidirem ferozmente com a prateleira de livros logo atrás. No calor do momento produzido entre nossos dois corpos ardentes de tesão, nossas línguas se chocaram.

O que começou sendo um simples beijo se transformou em uma preliminar de nível. Soltei-me, me libertei. Ela soltou-se, se libertou.

Coloquei minhas mãos sob sua blusa e comecei a esfregar suas costas; e ela, a arranhar as minhas. Fui no pescoço dela deixar umas marcar de chupadas e mordidas. E, quando mordi de leve sua orelha, ela gemeu sutilmente.

Mudei o local das mãos. Apertei forte os seus seios durinhos e ouvi outro gemido – um pouco mais forte – então ela olhou nos meus olhos e ficamos olho a olho por uns cinco segundos. Até que ela sorriu.

Nossa, aquele sorriso picante e repleto de intenções impuras me atingiu em cheio e libertou uma fera dentro de mim. Perdi o controle. Puxei-a com força e a joguei na prateleira de costa para mim e cheguei firme atrás dela apertando suas nádegas. Os apertos foram tão firmes que apenas as pontas de seus calçados ainda tocavam o chão. Dei beijos sacanas em sua nuca que distribuíram arrepios por todo o seu corpo.

Com ela ainda de costas, encostei meu pênis duro no bumbum dela – ainda dentro da calça – e comecei a esfregar, por baixo da blusa, sua linda barriguinha. Aos poucos, fui escorregando a minha mão. Encontrei a borda de sua calça, meus dedos insistiram e avançaram. Entraram, aos poucos, dentro de suas vestes. Pude sentir o calor através das pontas de meus dedos. Ela está ansiosa, sentindo tesão.

Encontrei sua calcinha, tecido fino, foi fácil entrar nela. Está molhado, úmido, é um pedacinho de carne bem molhadinho. É a bucetinha dela. Escorreguei ainda mais a minha mão. É uma divisória, parece um córrego, um córrego transbordando. Quando vibrei meus dedos entre seus lábios vaginais, Larissa gemeu gostoso de maneira involuntária.

Esse está sendo o meu primeiro fica, a primeira vez que beijo uma garota e, por sorte, a primeira vez em que toco em uma buceta de verdade. Tudo dentro de mim está duro e ansioso, eu a quero.

Fiz um gesto, com o dedo, com a intenção de penetrar sua bucetinha, mas ela deteve meu ato dando-me um “não”. Eu me contive um pouco. Recuei minhas mãos e pedi para ela ficar novamente de frente para mim. Ela virou-se.

Acho que acelerei demais as coisas, vai ver ela ainda é virgem e chegar assim enfiando o dedo na garota talvez seja impróprio para a situação. Foi frustrante ter sido impedido quando estava tão perto, mas, tudo bem, ela tem seus motivos.

— O que foi, Charl? — Ela perguntou assim que me viu reflexivo.

— Charl? — Indaguei.

— Sim, é fofo. Vou te chamar assim.

Não sou fã de apelidos, mas, por deus, olhem este rostinho. Como não aceitar que ela me chame assim?

— Tá, como quiser — dou uma de emburrado.

— Então? Por que paramos? — Larissa indaga.

— Não paramos.

— Não?

— Não! Me dê suas mãos — falo.

Ela me deu suas mãos com uma certa desconfiança. Segurei-as e olhei cada uma com a máxima atenção.

— O que está procurando em minhas mãos, Charl?

— Elas servem — comento.

— Servem para quê?

Não a respondi. Apenas desabotoei minhas calças e libertei meu pênis.

— Venha, quero que me faça gozar — falei sem escrúpulos.

— O quê? — Ela reagiu.

— Me masturbe! — Expliquei.

— De jeito nenhum! Eu não vou fazer isso — ela protestou.

— Você não sabe, né? – Fiz cara de provocação.

— Claro que… quero dizer…— não vou te responder isso. Hum! — Larissa cruzou os braços e fez biquinho.

Eu sorri. Não tive como conter o riso.

— Tá rindo do que, Charles?

— Não é Charl?

— Estou zangada com você.

Coloquei meu pau para dentro e fechei minhas vestes.

— Vamos voltar para a sala, Larissa.

— Não, eu não quero ir.

— Por quê?

—  Acho que quero fazer isso aí em você — ela disse virando o rosto.

— Não precisa, Larissa. Vamos para a sala — insisti.

— Não. Eu não vou. Venha, quero fazer você gozar.

— O pau é meu, ver se não enche! Vamos para sala.

Caminhei até a porta da biblioteca e olhei para trás, ela ainda estava lá: parada chateada e um pouco triste. Acho que acabei pegando pesado. Respirei fundo reconhecendo a minha babaquice e resolvo me redimir.

— Desculpe – falei — Vamos? — Estendi-lhe a mão gentilmente.

Ela primeiro descruzou os braços desfazendo o biquinho de brava colocando em seu lugar um sorriso jovial, depois veio correndo até mim e segurou meu braço.

— Você beija bem, Charl! — Ela elogiou.

Dei-lhe um beijo em sua bochecha e sussurrei perto de seu ouvido:

— Gostei da sua bucetinha, Larissa. Agora vamos!

— Tarado! – A jovem comentou dando uma risadinha — Sim, vamos!

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