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Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 20

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 20: Falei o que não devia.

Toda vez, após uma boa gozada numa punheta, eu aproveito para refletir sobre a existência de um deus erótico.

Por muitas vezes eu concordei e descordei da ideia de sua existência. Mas, como um bom deus deve sempre fazer, às vezes ele se manifesta. Não em carne e osso, mas por obras e acontecimentos de natureza erótica.

E acho que ele finalmente está atendendo às minhas preces. Tipo, passei vários anos correndo atrás de garotas e não obtive sucesso algum. E agora cá estou em um dilema erótico: vou até Larissa para ver sua calcinha ou até Geórgia para ver seus peitos? É uma escolha difícil para uma cabecinha de pau virgem como a minha.

— Vai vir ou não, Charlito? — Grita Geórgia já impaciente.

Talvez eu possa ver os peitos dela e depois ir para a casa da Larissa. Acho que não faz mal um pequeno atraso.

É isso aew! Essa é a escolha certa a fazer!

Ando em alta velocidade em direção ao quarto da minha prima e tesão de sempre.

Peitos, quero ver peitos!

Chego até a porta — que se encontra entreaberta — e adentro no quarto.

Meus olhos a detecta de imediato com suas costas nuas e tentando inutilmente abrir o sutiã.

É a cena mais linda que eu já vi, fora a dela fazendo xixi.

Cara, aquilo me fez gozar litros.

Enfim, história para outra hora.

— Anda, idiota. Me ajude! — Disse ela ao me ver parado apenas babando.

— Ok!

Aproximo-me dela por trás e começo a tentar desprender seu sutiã.

Realmente está preso, mas consigo abri-lo em pouco tempo.

Olhei na internet que os homens penam muito para tirar isso das mulheres, o que acaba com o tesão. Sendo assim, decidi aprender as artimanhas desse troço. Treinei usando os sutiãs da mãe e os da Geórgia. Virei craque em abrir sutiãs.

— Obrigado, Charlito! — Disse ela se virando.

Uaauuuu!!! Que lindos peitos!

— De de de nanadaada — fico todo bugado ao encarar suas tetas magníficas.

— Por que tá gaguejando? — Ela pergunta, mas então nota que estou vendo seus seios. — Seu tarado! — Disse ela cobrindo-os com os braços.

— A culpa é sua! — Falo. — Agora, tenho que ir.

Dou-lhes as costas para sair do quarto e pegar o beco rumo à casa da Larissa.

— Ei, Charlito!

— Diga?

— Aonde você vai? Você não tem costume de sair à noite e muito menos de se arrumar tão bem assim. Arranjou namorada?

— Não, só vou sair com uns amigos. Tchau! — Sou evasivo. Se eu contar para ela que estou pegando alguém, com certeza vai ficar de piadinhas comigo.

— Tchau!

Mas o que é estranho disso tudo é que, do nada, Geórgia ficou mais interessada em saber sobre minha vida pessoal. Sem contar que acho que ela poderia ter conseguido tirar o sutiã sem a minha ajuda.

Ao pensar nisso, acabo lembrando dela enquanto desço as escadas. A Geórgia de hoje nem se compara com aquela que o meu irmão comia. Ela cresceu, está chegando aos vinte anos e tá estupenda de gata. Santo deus erótico, quero muito meter o pau nela.

Quando saio de casa, percebo que estou cerca de 15 minutos atrasado. E isso é uma droga.

Saio correndo pelas calçadas como um cão desesperado.

— Olá, Charles! — Nathalia me cumprimenta assim que passo em frente à lanchonete em que ela trabalha.

— Olá! — A cumprimento rapidamente na esperança de poder continuar o meu caminho.

— Charles, pode vir aqui, por favor?! — A ruiva deusa me chama.

Puta merda! Todo mundo vai me atrapalhar hoje?

Se fosse outra pessoa, eu diria que não poderia. Mas, cara, é a Nathalia! Uma deusa entre nós humanos. Como recusar um pedido dessa perfeição? Se ela me pedisse o cu, juro, eu dava!

Mudo o meu trajeto e caminho até a ruiva.

— Charles, sabe quando seu irmão volta para cá? — Ela me pergunta na lata.

— Não, eu não sei.

— Pode pedir para ele me ligar? Preciso muito falar com ele.

Aquele filho da mãe! Nasceu com o cu virado para a lua, só pode. Todas babam por aquele projeto de satã mal-amado.

— Claro! — Respondo.

— Obrigada! — Ela abre um lindo sorriso como agradecimento. — Ah, você tá todo bonitinho hoje, vai a um encontro?

— Não, não. Vou sair com uns amigos.

— Sei! — Nathalia faz uma carinha de suspeita. — Então vá lá, tchau, Charles!

— Até mais.

Volto para a minha jornada, agora ainda mais atrasado.

Cara, tô muito afim de pegar na bucetinha dela. Será que ela vai deixar? Também quero receber uma punheta, quem sabe. Só sei que vou tentar chupar aqueles seios durinhos que ela tem. Putz, só de pensar nela já fico de pau duro.

Tenho que tomar cuidado, porque estou correndo e se o meu pau ficar muito excitado, vou acabar tropeçando nele e caindo.

Falta pouco. Mais dois quarteirões e chego lá.

Vou passando pela pracinha que tem perto da casa dela e observo algumas pessoas. Tenho o costume de olhar rosto por rosto. É uma mania dos solitários. É uma tentativa de encontrar alguém com uma vida mais deprimente do que as nossas.

Uma velha, um velho. Um casal com o filhote. Namorados, crianças, cachorros, gatos, Rafael, vendedores de pipocas e guloseimas. Sorveteiros… 

Rafael?

O filho da puta arrombado do caralho que causou aquele acidente trágico que ferrou com a Luara. O que diabos ele faz aqui? Mora por perto?

Eu devia dar uma surra nesse corno.

Mas já estou muito atrasado.

Finalmente consigo chegar na casa da Larissa. Quando levanto a mão para tocar a campainha, uma voz no interfone me faz parar.

 — Não aperte a campainha! Irá alertar o meu irmão — disse Larissa.

— Tá bom.

— Estou indo aí. Espere!

— Ok — falo.

Ela chega em poucos minutos.

— Venha, entremos em silêncio. Ele fica a noite toda no quarto.

— Ele não sabe que eu iria vir? — Pergunto.

— Claro que não. Ele é até mais ciumento do que o meu pai.

O irmão da Larissa é o André, que também estuda conosco. Eles são gêmeos. Mas ela é mais gostosa.

Entramos sorrateiramente pelo jardim da casa. Passamos pela enorme e bem mobilhada sala e partimos para o quarto dela que fica consideravelmente longe do quarto do irmão.

Entramos e ela tranca a porta.

Ela tá vestida com um lindo, leve e curto vestido preto. Parece com aqueles de dormir, mas realmente é um vestido para se usar por aí. Usa também uma pantufa muito fofa de cor branca. Os cabelos lisos e negros caem pelos ombros. Nada de brinco nas orelhas e sem exageros na maquiagem. Ela está simples e adoravelmente bela.

— Agora sim, podemos ficar à vontade. Os quartos daqui são bem isolados acusticamente e quase nada pode se ouvir lá fora do que se passa aqui dentro — ela explica.

— Tá certo.

— Você demorou hein, Charl! — A garota meio que resmunga.

— Um pouco — falo meio aéreo. Tô focado demais no decote dela.

— Por que demorou tanto?

— Ah, é que tive que ver os peitos da minha prima primeiro.

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