Faça Alguém Gozar!
Capítulo 21: Um dedo de exagero.
— O que você disse? — Indagou-me Larissa com uma raiva implícita.
— Eu… — não faço ideia do que falar.
— Eu o quê? Não consegue falar? Quero que vá embora da minha casa, agora!
— Mas, Larissa…
— Eu já disse, vá embora! Tarado, idiota!
Que merda! Estraguei mais uma oportunidade de comer alguém.
Por que diabos eu fui falar que estava olhando os peitos da minha prima? E ainda fui falar isso para a Larissa, puta que pariu, Charles!
Ela realmente está puta da vida! Melhor eu ir.
Viro-me para ir embora.
Não, não posso deixar as coisas assim.
Deve haver alguma solução. Alguma desculpa. Se eu disser que foi uma piada, ela pode até acreditar, mas ficará desconfiada.
Caso eu apenas peça desculpas, vou comprovar que sou um tarado.
Dessa forma, creio que o método mais eficiente de sair dessa enrascada é fazê-la esquecer isso ou ter outra coisa… um outro assunto para lhe ocupar a mente. – Penso em silêncio.
— Anda, depressa! Vá embora daqui! Vá ver os peitos da sua prima! — Ela grita furiosa.
— Tá, estou indo.
— Já vai tarde!
Estou decidido, devo lhe dar um assunto mais chocante do que o fato de eu ser tarado na minha prima.
— Eu vou embora, mas quero lhe contar uma coisa depois.
— Coisa? Que coisa?
Bingo! Peguei ela. Fisguei sua atenção. É tão simples pescar alguém usando sua curiosidade como isca.
— Depois lhe conto. Disse para eu ir embora e estou indo.
— Calma. Digo, primeiro me diga o que quer me dizer — disse ela aparentando estar mais dócil.
— Eu não sei se devo lhe contar. Melhor eu ir embora — digo e seguro a maçaneta da porta.
— Espere, Charl!
Charl? Ela caiu direitinho.
— O que quer de mim, Larissa?
— Quero que me conte, aqui e agora. Por favor!
Nossa, esse método é mais eficiente do que pensei. Mas agora tenho que ter algo chocante para contar, senão ela se voltará novamente contra mim duas vezes mais furiosa.
— Ok! Prometa-me que isso ficará entre nós.
“Dê o peso da promessa ao que for falar, e a pessoa irá se sentir privilegiada por escutar.” Assim dizia o meu irmão.
— Tá, eu prometo. Venha, senta aqui — ela me convida para sentar em sua cama.
Cama? De expulso para convidado a sentar em sua cama? Tremenda reviravolta.
Sento-me ao seu lado. Ela respira fundo e olha nos meus olhos como se fosse através deles que as palavras sairiam.
— Sou toda ouvidos, Charl.
Consegui reverter a situação e agora algo bem mais importante lhe ocupada a mente. Derrotei a ira dela usando sua curiosidade. Agora, tenho que alimentar essa curiosidade com algo que não permita que a sua ira retorne.
O que devo contar-lhe?
Não tenho muito tempo para pensar em algo sofisticado, mas sei que garotas gostam de fofocas, principalmente amorosas.
Não posso contar que o Marcos é afim dela. Isso pode despertar um pequeno interesse nela ou pode fazê-la se sentir disputada, e isso complicaria as coisas para mim. “As pessoas se tornam mais exigentes quando possuem opções.” Outra coisa que o meu irmão dizia.
Falar sobre o Marcos está fora de questão. Qual outro caso amoroso lhe chamaria a atenção?
Não pode ser de alguém qualquer. Tem que ser de alguém próximo.
Mas não existe nenhum caso. Tenho que inventar um!
Sobre quem?
Posso inventar que o Marcos estar afim de alguém, mas isso seria um bom motivo para ela se aproximar mais ainda dele procurando saber de quem se trata; e iria acabar descobrindo que esse alguém é ela, assim eu acabaria por ganhar concorrência. Isso seria ruim.
Devo pensar em outra pessoa.
— Se não vai falar nada, pode ir embora — disse Larissa já se levantando da cama.
Não tenho mais tempo para pensar…
— É o seu irmão — falo.
— O quê? Meu irmão?
— Sim, o seu irmão André.
Ela voltou a se sentar na cama e agora bem mais perto de mim e com total atenção.
— O que tem o meu irmão?
Se eu disser que ele tá afim de alguém, pode ser que seja um choque, mas não grande o suficiente. Devo ir além. Devo dizer que ele já tá pegando.
— Ele tá tendo um caso.
Funcionou como o esperado. Ela ficou claramente chocada e inclinada a esquecer sobre os peitos da minha prima. Claro, ela vai fazer mais perguntas, e deverei criar uma falsa história amorosa sobre o irmão.
— Sério? Meu irmão? Com quem?
— Não posso dizer.
Na verdade, só estou ganhando tempo para pensar em um nome, afinal, eu sei que ela não vai desistir até ter um.
— Ah! Por favor, me diga, Charl — disse ela passando a mão com carinho no meu braço.
— É a Lívia.
— Lívia? Da nossa turma?
— Sim, ela mesma.
— Nossa, estou chocada!
Claro que tá. — Pensei em silêncio me vangloriando.
— Me espera aqui, Charl. Vou falar com André e já voltou — disse ela entusiasmada.
Opa! Acho que não pensei muito bem nesse detalhe.
Ela vai já descobrir a minha mentira e sua buceta estará para sempre fechada para mim.
Devo impedi-la.
— Espere, Larissa — digo segurando-lhe o braço esquerdo.
— O que foi, Charl?
— Você não pode falar com ele sobre isso.
— Por que não? É meu irmão.
— Exatamente. É seu irmão e você sabe que ele é um garoto muito fechado e tal.
— E o que isso tem a ver?
— Se ele ainda não te contou, é porque ele quer manter isso em segredo por enquanto.
— Mas ele é meu irmão.
— Sim, e é por isso que você deve dar privacidade para ele. Ele com certeza vai te contar quando estiver preparado, mas se você o indagar agora, ele pode ficar confuso e inseguro; vai terminar o relacionamento e voltar a ficar fechado para o mundo. Creio que você não quer que isso aconteça com o seu querido irmão.
— Você tem razão — ela fica pensativa.
— Tá bom. Não vou falar nada a respeito disso com ele. Vou esperar por ele.
— Boa decisão!
— Mas eu posso falar com a Lívia, né? Afinal, ela agora é a minha cunhadinha
— Larissa fala animada.
Que garota insistente.
— Claro que não! — Exclamo.
— Por que não?
— Se você falar com ela, ela vai falar com o seu irmão e vai dar na mesma.
— Mas eu quero saber sobre o que acontece na vida do meu irmãozinho. Me importo com ele.
— Você tá mais preocupada em saciar sua curiosidade do que com a felicidade do seu irmão. Isso é ridículo. Contenha-se, garota!
— Tem razão. Não vou me meter — disse ela baixando a cabeça.
Acho que consegui enrolar, por enquanto. Hora de ver os resultados.
— Acho que já vou — falo.
— Para onde?
— Para casa.
— Mas ainda tá cedo, você poderia ficar mais um pouco. Ainda não aproveitamos nada.
Bem, parece que funcionou perfeitamente.
— Devo mesmo ficar? — Faço cu doce.
— Por que não?
Nem respondi, já não aguentava mais ficar perto dela sem beijar sua boca.
Aproximei-me, agarrei ela pelo meio e lhe taquei um beijo gostoso da porra.
Parti para cima dela com tanto entusiasmo que acabamos caindo sobre o colchão. Eu por cima dela.
Passamos um bom tempo na macia e cheirosa cama do quarto dela. Cada beijo mais longo e mais gostoso do que o outro.
Depois de alguns minutos, já estávamos quentes de desejo. Avancei e tirei seus braços do vestidinho libertando seus seios. Comecei a chupá-los como se fossem duas deliciosas bolas de sorvete. Dei várias mordidinhas nos bicos e os apertei bastante. Ela suspirava de tesão.
Enquanto dava carinho aos seios dela, me empolguei com seus suspiros de prazer e com o jeitinho picante que ela segurava meus cabelos. Desci minha mão para o meio de suas coxas suadas e ultrapassei a pequena calcinha.
Encontrei uma bucetinha lisa e com um caliente início de excitação. Assim que fiz uns mimos com as pontinhas dos meus dedos, a buceta encharcou-se.
— Charl, me faça gozar! — Ela implorou com uma voz ofegante.
Não poderia negar tal pedido. Acelerei a velocidade dos meus dedos e os fiz tremer sobre seu clitóris e entre seus lábios vaginais. Larissa ficou com a buceta completamente melada em poucos segundos.
Em meio a tanto líquido, meus dedos escorregaram e penetraram um pouquinho dentro dela, mas encontrei uma resistência e, assim que forcei, Larissa reagiu segurando no meu pulso.
Toquei no hímen dela.
Recuei a mão. Mas pretendo retornar aqui em um outro momento, e, dessa vez, não será com os dedos.
De qualquer forma, continuo afim de enfiar meus dedos nela. E, apesar de não poder ser na buceta, lembro-me que existem outros lugares.
Peguei-a violentamente e a virei sobre a cama. Levantei o vestido. Preparei o meu dedo do meio, dei uma cuspida boa nele e aproximei de seu bumbum. Com a outra mão, separei uma de suas nádegas e então aproximei o dedo de seu cuzinho que já estava piscando.
Assim que toquei no buraquinho e forcei um pouco, o corpo dela reagiu dando um pequeno tremelique.
— Devo parar? — Perguntei.
— Não, idiota!
Fui forçando a barra e cuspindo quando necessário. Com um pouquinho de luta, consegui enfiar todo o meu dedo no cu dela. Retirei tudo e enfiei novamente. E, a cada estocada, ficava mais fácil.
— Mais rápido! — Ela ordenou.
Aumentei a velocidade das dedadas. O cuzinho dela se abriu todo para o meu dedo e sua buceta transbordava de tesão. Seus gemidos passaram de leves suspiros para quase gritos de prazer, tive até que empurrar a cabeça dela nas almofadas para abafá-los.
Enquanto meu dedo castigava seu cuzinho, aproveitei para lhe dar beijinhos na nuca.
Sem aviso prévio. Ela gozou!
Seu corpo tremeu como se tivesse tendo uma convulsão. Ela se virou, ficou esticando as pernas, apertando seus seios e levantando as costas do colchão.
Afastei-me e observei a cena que parecia uma possessão demoníaca.
Gostei disso.
Acabo de notar que me divirto ao ver alguém gozando.
— Charl, me dê seu pau! —Ela disse de repente.
— O quê?
— Agora!