Faça Alguém Gozar!
Capítulo 22: Uma boca mágica.
Sim, eu sei, esperei por esse momento a vida inteira. Mas confesso que estou surpreso e até um pouco assustado com esse pedido repentino: uma linda garota pedindo pelo meu pau?
Eu jamais imaginara uma garota pedindo pelo meu pau. Mas aconteceu! Uma das mais lindas da minha escola e até mesmo da minha cidade está aqui, exigindo tê-lo e, claro, não tenho nenhuma intenção de decepcioná-la. Quer meu pau, neném? Pois terá o meu pau!
Recuo alguns passos até sair da cama e fico em pé. Ela continua sentada na cama olhando para mim. Desabotoo o botão da minha calça e desço o zíper vagarosamente. Ela prende o olhar.
É fácil perceber que é a primeira vez que ela verá um ao vivo. Também é fácil notar que ela tem muitas fantasias na cabeça. É uma jovem garota que deseja experimentar — há tempos — os prazeres da vida. Assim como eu.
Livre de todas as amarras, desço minha calça revelando uma cueca box azul-escuro. Uma linda cueca que parece ter sido especialmente escolhida para este momento, apenas parece. Larissa prende ainda mais o olhar. Inspira fortemente até encher os pulmões de ar e expira com sua mão esquerda no peito, como se o coração lhe quisesse saltar para fora.
— Vai, abaixa a cueca! — Pediu ela. Não foi bem um pedido, mas quem se importa com o tom em uma hora como essa?!
Coloco meus polegares em suas posições e faço força para baixo, libertando — em poucos instantes — meu brinquedo há muito tempo excitado que balança no ar antes de ficar parado, ereto.
Larissa já não pisca mais. Olhou com um olhar fixo para o meu pau enquanto ele balançava fazendo sua entrada.
Ela me ignora completamente. Toda a sua atenção agora pertence ao meu órgão sexual. A bela jovem coloca sua língua para fora e fica passando-a pelos lábios como uma leoa faminta.
— Ele é lindo! — Diz ela com uma voz diferente.
— Você acha? — Pergunto.
— Sem dúvidas. Essas veias. Essa ponta rosada, seu formato, grossura e tamanho. Parece os dos filmes que assisto. Nossa, estou louca, Charl! Quero você!
Ouço essas palavras e passo até a suspeitar de que é um sonho.
Ela começa a engatinhar sobre a cama até mim. Fico parado sem reação, apenas observando aquela leoa faminta vindo em minha direção.
Tudo parece estar em câmera lenta. Cada centímetro que ela avança me faz ficar ainda mais excitado e ansioso para descobrir o que ela fará quando me alcançar.
Será que ela vai, finalmente, me masturbar? Acho que ela vai me masturbar. Com certeza ela vai fazer isso. Tocar uma bela e gostosa punheta em mim.
Eu achei mesmo que ela iria me masturbar, mas eu estava completamente enganado.
A predadora chega até mim. Eu a olho de cima para baixo. Ela olha-me de baixo para cima. Seu olhar começa a revelar sua intenção. Ó, não! Ela vai mesmo fazer o que estou pensando?
Fico surpreso com o que ela aparenta querer fazer, mas não tardia para ela me provar e me tirar todas as dúvidas.
Foi como um susto daqueles bem aplicados. Foi como um tiro a queima roupa ou como um golpe de espada bem executado. Uma sensação de prazer se espalhou rapidamente pelo meu corpo, um prazer que eu jamais sentira antes. Equivalia a mais de cem punhetas, não, a mais de duzentas punhetas. É o prazer dos prazeres. Senti algo gelado, meio quente, sei lá; olhei para cima e soltei um gemido involuntário. Fechei os olhos que já não me serviam para enxergar, estavam revirados. Os dedos dos meus pés se contorcem. Minhas pernas, trêmulas, mal me sustentam em pé.
Estou no céu!
Olho para baixo e descubro que tenho um deus entre as pernas, que está sendo adorado por uma serva dedicada que se presta de joelhos diante dele.
Larissa, sem pudor algum, está com meu brinquedo em sua boca. Ela está me chupando. Chupando mesmo, e não parece querer me agradar, ao contrário, ela realmente quer isso e está se divertindo. É mais pelo seu bel-prazer do que pelo meu. Mas não me importo de ser usado dessa forma, ainda mais quando estou sendo chupado.
Coloco minha mão em sua cabeça e começo a ditar o ritmo. Puxo e empurro sua cabeça. Não seguro os gemidos de tamanho prazer. Ela tira sua boca e começa a me masturbar.
Olho-a e ela me olha. A troca de olhares mais safada do mundo acontece. Ela volta a me chupar. Punheta, boquete, punheta, boquete. Ela fica nisso por minutos até que, digo pelo olhar, que estou preste a gozar; Larissa entende o recado e usa sua boca novamente. Seus lábios abocanham a cabecinha rosada e percorre todo o corpo do meu pênis e retorna.
Fico louco de tesão. Não consigo mais segurar. Ela vai me fazer gozar.
— Larissa, eu — tento avisá-la, mas minha fala não saiu mais do que isso.
Ela não demonstra nenhuma preocupação e começa a ir mais rápido.
— Larissa, não vou — tento falar novamente — conseguir segu…
Ela continua.
— Eu vou… PUTA MERDA!!!!
Gozo como jamais gozei antes.
Ela segura tudo na boca e continua a me chupar.
Apesar de ter amado quando ela me chupava, não sinto a mesma sensação de prazer após gozar. Na verdade, tô louco para que ela pare. Meu pau ficou sensível após o gozo e, toda vez que ela chupa a cabecinha, provoca calafrios e arrepios gostosos, mas torturantes.
Depois de uns instantes, ela me liberta. Despenco para trás. No chão.
Fico olhando-a. Ela me olha por um momento, mas não fala nada. Sua boca está ocupada. A linda deusa da boca mágica se levanta para ir ao banheiro do seu quarto. Continuo deitado no chão, exausto.
Depois de alguns minutos, ela retorna vestida apenas em um roupão que se usa após o banho. Senta sobre mim e começa a me beijar. Meu pênis conversa com sua bucetinha, eles se tocam e percebo que ela está sem calcinha. Fico excitado em meros segundos.
— Você está… — tento falar.
— Sim, tirei a calcinha!
Nossa!
— Charl?
— Sim?
— Me coma!