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Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 32

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 32: O Lual dos Galdinos – parte 2/2

Uma vez trancando no banheiro com a minha prima, Diana Galdino, diversas coisas poderiam acontecer. Poderíamos nos pegar infinitamente, pois, como eu disse antes, ela é uma garota com atributos agradáveis. Ainda tem muito potencial para desenvolver, mas já é incrível.

— Me mostra — ela fala de repente.

— Mostrar? O quê?

Ela faz cara de poucos-amigos deixando claro sua impaciência comigo. Diana se aproximou o suficiente, seus cabelos loiros, sua pele de galega e seu aroma de tesão manifestado me deixam paralisado.

— Bota o pau pra fora — minha prima ordena sem escrúpulos.

Tratei logo de obedecer.

Mesmo um pouco envergonhando, só um pouco mesmo, coloquei o meu garoto para fora. Ele balançou no ar e depois ficou em posição de sentido, como um bom e fiel soldado.

Diana o olhou atenciosamente. Se eu não estiver louco, acho que ela está analisando-o nos mínimos detalhes, como se procurasse algo. Contudo, fico calmo, eu sei que não tenho gonorreia ou outra coisa do tipo, afinal, não se pega DST transando com tijolos. Eu acho.

— Bom — ela rompe o silêncio e se afasta.

Sem entender nada, primeiro guardo o pau e depois trato logo de perguntar o que ela estava procurando.

— Um pau compatível e interessante o suficiente — Diana respondeu tranquilamente ao passar por mim e destrancar a porta.

Um pau compatível? Que porra é essa?

— Como assim “um pau compatível”? Compatível com o quê? — Pergunto dando o espaço necessário para a garota conseguir abrir a porta do banheiro.

Ela abriu e foi saindo do banheiro.

Segurei em seu ombro.

— Que foi? — Indagou-me secamente.

— O que foi isso que acabou de acontecer? Você disse que queria falar comigo no banheiro assim que todos saíssem da casa, achei que… — não encontrei palavras para continuar.

— Achou o que, Charles? Que íamos nos beijar? Que eu iria dar para você?

Tipo isso. Sabe como é, né?

— Não, mas é que, sabe, não entendi porra nenhuma — reclamo — compatível com o quê?

A galega suspirou como quem buscasse as últimas gotas de paciência. Por fim, olhou-me com foco.

— Eu gosto da minha — falou apontando para baixo.

— Da sua o quê? — Indago.

Ela aponta para baixo novamente.

— O quê? — Fico sem entender.

Ela volta a respirar fundo e chega a revirar os olhos de tamanha impaciência.

— Da minha buceta, cacete! — Esbraveja.

— Ah!

— Idiota lento — ela resmunga. — De qualquer forma, amo a minha buceta e como terei que preencher ela em breve, estou à procura de um pênis compatível para início de conversa.

É o quê? Ela está procurando um pau que seja compatível com a buceta dela? Que porra é essa? Só tem doido nessa família? Mas, de qualquer forma, o meu é compatível? Se for grande demais é só falar que corto um pedaço.

— Entendi — falo tranquilamente — mas, e então, achou o meu compatível?

— Um dia saberá — Diana fala já me dando as costas e se afastando de mim.

Com o fôlego recuperado, o pau guardado e após aguardar um tempo no banheiro, segui pelo corredor rumo à escada. Diana, a essa altura, já deve ter saído da casa. Fiquei pensando nela. Acho que deve ser muito show ficar com uma garota tão decidida quanto ela. Apesar de ser prima.

Quando comecei a descer a escada, escutei vozes e risos vindo da cozinha. Pelo visto, ainda tinha gente na casa.

Na medida em que me aproximei, pude distinguir o diálogo dos ruídos.

— E foi assim que terminou o Luau do ano passado — uma das pessoas afirma.

— Não dar para imaginar a cena sem rir — a outra pessoa fala entre risos.

As duas vozes riem.

Quando meto a cara na cozinha, vejo Larissa e Nicolas.

— Ah! — ela exclama — Oi, Charl! – Corre alegremente até mim e me agarra o pescoço.

Enquanto minha namorada me aperta, olho, por cima do seu ombro, para o sujeito. Nicolas está tranquilamente bebendo um suco olhando para não sei onde. Espera, esse filho da puta está olhando para a bunda da minha garota.

— Está atrasado, primo Charles! — Ele comenta com sua tradicional voz serena. Meio que imitando o jeito de falar do meu irmão. — Até Diana já foi.

Este último comentário, além de desnecessário, foi intencional. Eu acho.

Nicolas suspeitou de algo?

— Charl, seu primo contou umas coisas hilárias sobre você — Larissa comentou sorridente. — É verdade que você vomitou em cima da sua comida no Luau do ano passado?

Filho da puta.

— Aconteceu — respondo evasivamente. — Então primo, minha namorada não é uma garota incrível? — Confesso que fiz de propósito, para marcar território.

Nicolas terminou de tomar o suco, não sem deixar um pouquinho no copo — uma mania de gente fresca — e o repousou sobre a mesa.

— Concordo — ele comentou caminhando na nossa direção — então, vamos logo? Diana já nos aguarda no carro.

Felipe ficou responsável de nos levar até o Lago. Apesar da nossa cidade ser pequena, é uma caminhada que pode ser chata às vezes.

Pouca conversa aconteceu durante o caminho. Nicolas foi sentado no banco da frente. Larissa, Diana e eu no banco de trás. Apesar de acompanhado da minha linda namorada, não pude evitar de pensar no que acontecera agora a pouco entre minha prima e eu.

Chegando no Lago, todos desceram do carro e foram para onde o pessoal se encontra reunido. O local está lindo, bem decorado e com uma fogueira enorme queimando. Muita comida e uma banda local tocando, cortesia do meu avô. Ele não veio, mas providenciou um agrado.

Durante o evento, muitas conversas rolaram. Cada um dos adultos gastava sua saliva para falar sobre suas vidas no último ano. Quando chegou a vez dos meus pais, gastaram quase todo o tempo falando do Rodrigo. Que ele havia arrumado um emprego na Capital Nacional e já estava ganhando bem, afinal, o filho da mãe tem um Mustang 69. Cacete!

Rodrigo, apesar de agraciado com os elogios, pouco se manifestou. Ficou tranquilo e quase calado, o que não é de práxis. Talvez seja a ausência da Nathalia, não sei.

— E o Charles? Cresceu, hein — comentou um dos meus tios. Os demais adultos seguiram o exemplo. Em pouco tempo, passei a ser o assunto da conversa da família, pela primeira vez na vida.

— Mudou muito — minha mãe comentou — e olha essa jovem, não é linda?

Minha mãe fala da Larissa. Esta ficou tomate de vergonha, todos olhando para ela e lhe descarregando elogios. Sófia ainda a chamou de “futura nora”. O que achei muito pesado, pois ainda é cedo para isso. Mas, minha namorada, por outro lado, parece que gostou da fala de minha mãe.

Depois que o assunto tornou a mudar, senti vontade de sair um pouco do grupão. Toquei em Larissa e fiz o gesto, ela entendeu. Nos levantamos e saímos praticamente sem sermos notados.

À medida em que nos afastávamos, o som das vozes e da banda ficava diminuído. Ao caminharmos descalços na areia, sob um belo luar, o clima previa um romance. Larissa repousou a cabeça no meu ombro esquerdo e me agarrou o braço, caminhamos assim por algum tempo. Em silêncio, a contemplar a Lua e as estrelas.

Depois de um tempo, paramos. Olhamos para trás e só conseguimos ver um pequeno ponto ardente bem distante, é a fogueira. Longe e sozinhos, caímos na areia. Ainda a contemplarmos o luar.

— Sua família é incrível — ela comentou alegre.

Fiquei em silêncio, mas segurei sua mão para lhe dar uma resposta positiva sem dizer uma única palavra. Ela parece ter entendido, e resolveu usar meu peito como travesseiro. Aninhou-se como uma gatinha.

Fiquei esfregando suas costas com carinho. O tempo foi passando e a intensidade do carinho aumentou, quando dei por mim, minha mão tocava na carne nua de suas costas. Nossos lábios, à essa altura, unidos mais do que nunca.

Durante uma pausa para recuperarmos o fôlego, fiquei a fitar a grande bola iluminada no céu. E meus pensamentos fugiram da minha cabeça. Olhei de canto de olho na direção do meu peito, vi ela com a cabeça repousada nele e concentrada na atividade de ficar fazendo círculos no meu peito com a ponta do dedo.

Minha mão direita, sem eu perceber, já lhe fazia carinho na cabeça. Como quem amansa um gatinho. Minha mão esquerda me servia de travesseiro.

Tornei a olhar para a Lua e senti um arrepio. E se um dia a Larissa estiver tão longe de mim quanto aquela bola ali?

Olhei novamente para ela e, dessa vez, seus olhos me fitavam. Tomei até um pequeno e discreto susto em ver que ela já me observava com seus grandes e belos olhos. Pensei em desviar o olhar por instinto, mas não o fiz. Não conseguiria nem se quisesse.

Ficamos a nos encarar. Não demorou e ela esticou um sorriso no rosto. Quando fui sorrir também, minha boca abriu de uma só fez e esbravejou um denso gemido de prazer. Larissa invadiu minhas vestes.

Meu corpo todo estremeceu. Com o queixo apoiado no meu peito, ainda me encarando e com o sorriso esticado no rosto, sua mão, lá embaixo, me tocava uma punheta bem gostosa.

Sua mão do tamanho exato, com toda a maciez do mundo, tocando a pele nua do meu pau e o estimulando numa velocidade deliciosa. Sem apertar, mas sem deixar de proporcionar a pressão necessária, Larissa puxava toda a pele para baixo e eu podia sentir a cabecinha sendo descoberta. Depois, voltava a ser coberta.

Punheta é uma das coisas mais gostosas que há e, quando é feita por outra pessoa, ainda mais uma linda e desejada garota, fica ainda mais incrível.

Gozei. Gozei tudo o que tinha que gozar. E foi incrível. Minhas pernas estremeceram e os dedos dos meus pés, coitados, quase se deram nós.

— Adoro a carinha que faz quando goza — Larissa comenta enquanto limpa a mão na minha camisa.

Não dei tempo para ela reagir, num vulto, reverti as posições e ela ficou por baixo. Invadi o seu vestido, dei um olá ao passar pela calcinha e toquei em sua buceta. Para a minha feliz surpresa, ela já estava molhadinha.

Foi como tocar papel molhado.

Quis gemer, mas lhe tapei a boca com beijos.

Caprichei na massagem, mexi os dedos. Os girei com capricho e fiz eles tremerem em alta velocidade. Larissa abriu os braços na areia, parecia querer desenhar um anjo erótico. Seus olhos encaravam a Lua e seu corpo era meu.

Com malícia, lhe tirei a calcinha. Ela permitiu mesmo sem nada dizer.

Beijei sua testa, sua boca, seus seios, sua barriga e depositei dois longos chupões, um em cada coxa. Por fim, namorei sua buceta.

Limpa, cheirosa, molhada, piscando e louca de tesão. Foi assim que a minha língua e meus lábios encontraram a intimidade dela. Dei as mais insanas lambidas, lambidas molhadas, fortes e intensas. Minha língua passava separando os lábios vaginais até chegar no clitóris. Uma vez nele, meus lábios o beijavam fazendo biquinho no fim.

— Charl! — Ela gemia o meu nome. Não uma, mas várias vezes. Algumas vezes quase sem voz. Apenas o ar dos seus gemidos.

Gozou com a minha boca, exatamente como deveria.

Subi para seu rosto, nos beijamos.

Mas acontece que, ao subir para beijá-la, meu corpo caiu entre suas coxas. No meio do clima, e loucos de tesão, nos encaramos brevemente. Por instinto, segurei o meu pau. Ela, creio que também por instinto, separou bem mais as coxas.

Pude sentir claramente quando a cabeça do meu pau lhe tocou na buceta molhada.

Esfreguei de cima para baixo. De baixo para cima. Meu pau ficou indo e voltando separando seus lábios vaginais, até que parou diante de uma abertura.

É só eu empurrar e ela será minha.

— Empurre e seja meu — ela falou.

Quando reuni as forças e o fôlego necessário para penetrá-la, olhamos para o lado e vimos duas silhuetas vindo em nossa direção. Rapidamente nos vestimos e nos levantamos.

Demorou um pouco para nos alcançarem, e, por conta da distância, eles provavelmente não viram nada além de duas pessoas deitadas na areia.

— Olá, crianças! — É o meu pai.

Minha mãe é a dona da outra silhueta.

Os dois se sentaram perto de nós. Minha mãe tratou logo de puxar assunto com a Larissa. E eu, por outro lado, após trocar algumas ideias com o meu velho, deitei na areia e fiquei a encarar a Lua que quase foi testemunha do fim de duas virgindades.

Quase.

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