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Faça Alguém Gozar!

FAG – Capítulo 42

Faça Alguém Gozar!

Capítulo 42: Quase lá!

O que Larissa estará fazendo nesse momento? Beijando outro?

A incerteza me consome por dentro, e o pior de tudo é que não consigo entrar em contato com ela.

Mas se ela estiver com outro, é problema meu? Devo me sentir mal com isso? Acho que sim. Não sei bem.

É certo que eu decidi ficar com a Larissa porque ela é muito linda e foi a primeira que me quis. No entanto, acho que o que sinto por ela amadureceu durante o tempo em que ficamos juntos. Sinto sua falta.

Sinto ciúmes!

Mas não me resta mais nada a não ser aguardar o retorno dela, ou ao menos uma ligação. Até uma mensagem serve.

Estou na janela do meu quarto lamentando a minha condição enquanto olho para o céu pouco estrelado. Já é tarde e a rua está completamente sem movimento. A cidade toda dorme. De repente, surge um leve ruído que rasga o silêncio do bairro. Vejo o clarão dos faróis de algum veículo se aproximar.

O carro para na frente de casa e é minha prima quem desce dele. Assim que desceu, logo me notou observando-a.

Ela entrou em casa e o carro foi embora. Não demorou muito para eu ouvir batidas na porta do meu quarto.

— Já estou deitado — resmungo.

— Abra a porta. — Ela insiste.

— Vá dormir, menina!

Geórgia insistiu com as batidas em um ritmo irritante.

— Não vou abrir.

— Tenho algo para te mostrar — ela fala tentando me ganhar pela curiosidade.

— Não quero.

— Abra!

— Já disse que não, oras!

— É vermelha e de renda. Deixo até você tocar nela.

Que merda!

Levanto-me e abro a porta.

Geórgia entra violentamente, tranca a porta e se senta na minha cama. Mantenho distância.

— O que foi, pequeno Charlito? Por que está tão longe? Você não vive me desejando? Venha, aproxime-se — ela me seduz cruzando as pernas e fazendo com que o justo vestido roxo suba, revelando as partes mais íntimas de suas coxas.

Isso não está normal, tem algo suspeito aqui.

— Está bêbada? — Desconfio.

— Bêbada? Não. Nada disso. Só estou curiosa — ela responde.

— Curiosa com o quê?

— Você sabe chupar uma buceta, Charlito?

Ok! Pausa!

Fico parado olhando-a desconfiado. Deve ser uma pegadinha, só pode.

— Por que isso agora? — Pergunto.

— É o meu último ano por aqui, só quero aproveitar antes de seguir para a vida adulta. Então, apenas responda, sabe chupar?

— Sei — respondo timidamente.

— Maravilha! — Ela exclama.

Ela está bêbada! Ela diz que não, mas o ar está começando a ter um cheiro forte de álcool.

Fico paralisado assistindo minha prima enfiar as duas mãos por baixo do vestido e puxar sua calcinha vermelha de renda. Ela escorrega a peça íntima pelas lindas coxas e pernas até finalmente retirá-la e rodá-la no ar como um caubói gira seu laço.

Puta que pariu!

Ok! Está realmente bêbada.

— Vai continuar parado aí feito um bobo? — Ela provoca.

— Posso comer você? — Resolvi brincar com a situação vulnerável dela.

— Me comer? Vai depender do resultado da sua chupada.

— Isso é injusto! — Digo.

— Não achará injusto quando pôr a boca em mim. É bem carnudinha.

Puta que pariu!

Pau ficou duro feito pedra.

Geórgia deitou-se na cama, respirei fundo e fui até ela.

Cheguei perto, olhei a linda, tesuda e lisa bucetinha dela e a desejei como nunca. Acho difícil alguém aguentar um minuto introduzindo e retirando o pênis dessa vagina em movimentos harmônicos e intensos sem gozar.

— Você é demais, Geórgia! — Fiz o comentário.

Ela não respondeu nada.

— Geórgia? — Notei que ela estava silenciosa demais.

Olhei para o seu rosto e vi que ela estava sonolenta

Minha chance de comê-la — pensei.

Coloquei o cobertor sobre ela e me sentei na minha cadeira perto da escrivaninha. Não posso abusar de uma bêbada dorminhoca. Que merda! Apoiei minha cabeça na escrivaninha e cai no sono.

— Ei, garoto! Acorda! — Geórgia me desperta com tapas na cabeça.

— Que porra é essa? — Desperto.

— O que estou fazendo no seu quarto, na sua cama e sem calcinha?

—Eu sei lá, você quem veio para cá — respondi bocejando e esfregando meu cabelo.

— Por que diabos acordei cheio de tesão e molhada? — Ela continuou.

— Eu sei lá!

— Você não abusou de mim, né? — Ela perguntou desconfiada.

— Você pediu para eu chupar você, mas caiu no sono antes que eu começasse. Não fiz nada! — Respondi me levantando.

— Hum!

— Buceta linda! — Falei.

— O quê? Você viu?

— Pensei até em fodê-la!

Ela desfere um tapa bem forte no meu rosto. Depois se vira e caminha em direção à porta.

— Obrigado por não ter se aproveitado de mim. Tome aqui, fique como lembrança — ela falou, me jogou sua calcinha e saiu.

Depois que a porta bateu, olhei para a calcinha em mãos, levei-a até o nariz e tratei de inspirar bem forte.

Cheirinho de buceta! Massa!

Quando cheguei na escola, fui logo a procura do André.

— Alguma notícia dela? — Indago.

— A mãe falou com a tia ontem, ela está bem, mas não quer falar com mais ninguém.

— Entendo!

— Relaxa, cara! Semana que vem ela estará de volta, aí você terá a chance de se explicar.

As aulas começam e vão se sucedendo uma após a outra até chegar o intervalo. André e Lívia, como o novo costume, saem juntos para o pátio; como não tenho motivos para sair, ficarei por aqui.

Amanda entra na sala e caminha na minha direção.

Era só o que me faltava.

— Olá? — Ela me cumprimenta.

— Olá! — Respondo por educação.

Ela se senta na carteira do André e fica de frente para mim.

— O que foi? — Indago.

— Percebi que Larissa não tem aparecido ultimamente, estão brigados?

— Não!

— Sei.

— Mesmo assim, o que você tem a ver com isso? — Sou grosseiro.

— Nada, relaxa, lindo!

— Hum!

— Você é virgem, não é? — Ela pergunta sussurrando.

— Por que acha isso?

— Já faz um tempo que estou facilitando e você não aproveita. Até entendo que tem namorada, mas cá entre nós, você tem medo, não é? Não sabe como fazer, não é? — Ela provoca.

Na verdade, até que ela não está errada.

— Hum! — Olho para o lado.

— É fácil, eu te ensino! — Ela fala passando a mão na minha coxa esquerda.

— Não quero!

— Ah, quer sim, olha só, está até durinho. — Ela está tocando no monte que se revela sob minha calça.

Coloco minha mão sobre a dela com a intenção de contê-la, mas ela aperta bem gostoso e eu sinto um arrepio nas pernas.

— Deixe-me ver se um Galdino é mesmo tão gostoso quanto me disseram.

— O quê?

— Sua prima Geórgia; frequentamos as mesmas festas e já somos amigas há algum tempo, uma vez ela me revelou um lance que tinha com o seu irmão. Fiquei com muito tesão, mas seu irmão já não está mais disponível, porém, ela comentou sobre o Galdino mais novo que vive surpreendendo-a.

Que bizarro.

— Deixe-me ficar com sua virgindade, Charles! — Ela fala.

— Tire as mãos de mim, está difícil me controlar — advirto.

— O que acontece se perder o controle?

— Eu ainda não sei, mas é algo perigoso para você.

— Ui! — Ela exclama sorrindo e tira a sua mão de mim.

Amanda se levanta e fica do meu lado, meu olhar fica em sua barriga. Ela coloca suas mãos na minha cabeça e empurra um pouco para baixo, meu nariz toca o botão de sua saia.

— Está sentindo? — Ela pergunta.

— Sentido o quê?

— O cheirinho do mel que escorre nesse momento de dentro de mim deixando-me prontinha.

Puta que pariu!

Olho para o lado e outro e só vejo uns carinhas lá do outro lado da sala concentrados em um joguinho de tabuleiro.

Levanto a cabeça e olho para o rosto da Amanda.

— Eu avisei! — Digo

Coloco minhas mãos por debaixo de sua saia até chegar na calcinha que está encharcada, me esquivo dela e introduzo meu dedo indicador na bucetinha da Amanda, foi uma socada bem firme, de baixo para cima. Imediatamente ela puxa meus cabelos e dá um leve suspiro.

Após chegar bem fundo em sua vagina, retiro o dedo antes que alguém pudesse notar a putaria que estava rolando.

— Uau! — Ela exclama.

— Não me provoque! — Volto a adverti-la.

O sinal toca anunciando o fim do intervalo. Amanda se curva até ficar frente a frente com o meu rosto, sem anúncio, ela me dá um selinho e se retira em seguida.

Quando passo o olhar para verificar se alguém tinha visto o beijinho que a Amanda me deu, percebo a Fátima olhando firme na minha direção.

Ela viu?

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